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Arquivo de setembro, 2009

Mini-Cursos de fotografia em PDF

24, setembro, 2009 Celow Sem comentários

Segue abaixo um mini-curso de fotografia em Português (Portugal) em PDF.

Estão separados dasta maneira: Pessoas e Retratos, Animais e Natureza, Viagens e Férias, Festas e Ocasiões especiais, Paisagens e Arquitetura.

Pessoas e Retratos

  • Você está a olhar para uma pessoa, não para a câmara!
  • Afaste-as do sol para variar
  • Distraia as crianças
  • Concentre-se nos olhos
  • Evite o efeito de olhos vermelhos quando usa o flash
  • Tenha o fundo em conta
  • Crie mais luz
  • Ajuste manualmente a focagem
  • Ganhe mais atmosfera com o flash
  • Experimente a medição da luz

Animais e Natureza

  • Chame-lhes a atenção
  • Seja paciente e capte aquele momento especial
  • Fotografe um fascinante retrato de um animal
  • Experimente a composição
  • Concentre-se nos detalhes
  • Um truque rápido para situações instantâneas
  • Amplie a imagem
  • Mantenha o controlo sobre as imagens em movimento
  • Experimente a profundidade de campo
  • Utilize objectivas diferentes para efeitos diferentes

Viagens e Férias

  • Olhe para o mundo de um ângulo diferente
  • Experimente desligar o flash!
  • Pare ou disparo!
  • Atenção ao detalhe…
  • Use a luz de fundo!
  • Transforme a sua fotografia num quadro
  • Experimente a velocidade do obturador
  • Jogue com a profundidade de campo
  • Experimente a medição da luz

Festas e Ocasiões especiais

  • Dê uma oportunidade à vela
  • Evite ‘tiros de sorte’
  • Tirar fotografias em concertos
  • Concentre-se nos detalhes
  • Fotografias de grupo
  • Fogo-de-artifício
  • Faça-se passar por um paparazzo
  • ‘Numa discoteca…’
  • Utilize um flash auxiliar
  • Jogue com a velocidade do obturador

Paisagens e Arquitetura

  • ‘Tudo tem ritmo…’
  • Jogue com contrastes de cores
  • Tenha em conta a ‘dimensão humana’
  • Trabalhe com profundidade de campo
  • Pouca luz, muitos efeitos
  • Olhe para o mundo com um par de lentes (diferente)
  • Interacção de linhas
  • Utilize uma teleobjectiva
  • a cidade vista de noite
  • Utilize um filtro polarizador

Tipos de objetivas

20, setembro, 2009 Celow Sem comentários

As lentes são a alma da câmera fotográfica. Através da passagem da luz pelos seus cristais, os raios luminosos são orientados de maneira ordenada para sensibilizar a película fotográfica, ou o sensor, e formar a imagem. Uma lente (também chamada de objetiva) é formada basicamente de três elementos: um corpo de metal ou outro material de boa resistência, que envolve e protege os elementos internos, os cristais, que constituem o elemento óptico da estrutura, e o diafragma.

A distância focal, medida em milímetros, é a distância ente o centro óptico da lente e o sensor da câmera. É através dela que classificamos as lentes.

Lentes Grande Angular

As grande-angulares, como o próprio nome já diz, são objetivas que abrem o ângulo de visão, possibilitando ao fotógrafo enquadrar muitos elementos mesmo em locais de pouco espaço (pouco recuo).

São geralmente utilizadas nas áreas de foto jornalismo, paisagens, arquitetura, ambientes internos, perícias, aéreas, etc.

Lentes Normais

De maneira geral, considera-se assim uma objetiva que possua uma distância focal praticamente igual a diagonal da imagem projetada, sendo ela uma imagem quadrada.

Estas objetivas são formadas em sua grande maioria, por cinco ou seis elementos, e a abertura máxima do diafragma, em geral, são as maiores, variando entre 1,0 e 2,0.

Na fotografia, uma objetiva normal para o formato 35mm é a 50mm. O campo de visão desta objetiva é da ordem de 50°.

São chamadas assim também por possuírem características muito próximas de alcance da visão do ser humano.

Lentes Tele-Objetivas

As tele-objetivas têm o mesmo princípio dos telescópios: possibilitar o enquadramento com uma visão de perto das cenas que o fotógrafo não consegue se aproximar.

São geralmente utilizadas nas áreas de fotografia de esportes, retratos (closes), teatros e shows, foto jornalismo, animais (fauna e flora), espionagem, etc.

Lentes Zoom

São objetivas que não têm distância focal fixa, dando ao fotógrafo uma grande agilidade na hora de enquadrar.

Ex.: 35mm-70mm, exerce funções de grande-angular, normal e tele na mesma objetiva.

Temos que lembrar que cada objetiva fixa é construída com um certo conjunto de lentes e anéis que dão suas características de formação da imagem. Ao mesmo tempo que a Zoom tem a capacidade de reproduzir as angulações de visão com a mesma precisão de uma objetiva fixa, seus padrões na formação da imagem são diferentes.

Ex.: Se fizermos uma foto com uma 28mm-70mm, na opção 70mm, teremos uma foto com mais distorção de borda do que se usarmos uma 70mm fixa, pois o conjunto de lentes tem que ser mais arredondado para possibilitar o uso na opção grande-angular.

Fenómeno Olhos Vermelhos

20, setembro, 2009 Celow Sem comentários

Olhos Vermelhos

Todos nós já vimos fotografias em que as pessoas tinham olhos vermelhos assustadores. Essas fotos são tiradas à noite e com flash. Mas, de onde vêm os olhos vermelhos?

Essa cor vermelha vem da luz que reflete nas retinas de nossos olhos. Em vários animais, inclusive cães, gatos e veados, a retina tem uma camada refletora especial chamada tapetum lucidum, que funciona quase como um espelho na parte de trás dos olhos deles. Se você iluminar os olhos deles com lanternas ou faróis à noite, eles refletem uma luz branca e clara. Aqui está o que a Enciclopédia Britânica tem a dizer sobre o tapetum lucidum:

Em vários vertebrados noturnos, o composto branco chamado guanina é encontrado no epitélio ou na retina do olho. Isto proporciona uma superfície parecida com a de um espelho, a tapetum lucidum, que reflete a luz para fora e oferece uma segunda chance para que ela seja absorvida por pigmentos visuais em intensidades de luz bastante baixas. A tapetum lucidum produz aquele brilho familiar nos olhos dos animais noturnos.

Os humanos não têm essa camada tapetum lucidum em suas retinas. Se você ilumina os olhos de uma pessoa com uma lanterna à noite, não é possível ver nenhum tipo de reflexo. No entanto, o flash da câmera é claro o suficiente para causar um reflexo na retina – o que você vê é a cor vermelha dos vasos sangüíneos que nutrem o olho.

Muitas câmeras têm a função “redução de olhos vermelhos”. Nessas câmeras, o flash dispara duas vezes – uma vez antes da foto ser tirada e outra vez para realmente tirar a foto. O primeiro flash faz as pupilas da pessoa se contraírem, reduzindo bastante os “olhos vermelhos”. Outro truque é acender todas as luzes do lugar, o que também contrai a pupila.

Outra maneira de reduzir ou eliminar os olhos vermelhos em fotografias é afastar o flash da lente. Na maioria das câmeras pequenas, o flash fica a uma distância de apenas 2 a 5 centímetros da lente, então o reflexo volta para a lente e aparece no filme. Se você puder remover o flash e segurá-lo a poucos metros de distância da lente, isso ajuda bastante. Você também pode tentar colocar o flash no teto e dispará-lo de lá, se for possível.

FONTE: Como Tudo Funciona

Dicas de como segurar sua câmera fotográfica

20, setembro, 2009 Celow Sem comentários

Além de erros de foco, a falta de nitidez das fotos se dá quando a câmera treme ou o assunto se move. Se estiver com a câmera na mão, use uma velocidade alta para compensar o balanço do corpo. Um assunto em movimento sairá tremido, a menos que você use uma velocidade alta. Para evitar que a câmera trema use um tripé ou qualquer outro apoio.

Veja como segurar a câmera na posição horizontal e vertical

fig06fig05

Obturador

18, setembro, 2009 Celow Sem comentários

O obturador é um dispositivo mecânico que controla a quantidade de luz que entra na câmera através de uma “cortina”.

Ao acionarmos o disparador, o obturador permite que a luz passe e seja captada pelo sensor digital ou pelo filme, por um tempo ajustável. Quanto maior o tempo, mais luz alcançará o elemento sensível.

Este controle de tempo é chamado de “Tempo de exposição” ou “Velocidade do obturador“.  Habitualmente, os tempos de exposição variam desde segundos a milésimos de segundos, representados por frações. Os tempos mais usuais são:

  • 1/8000 s
  • 1/4000 s
  • 1/2000 s
  • 1/1000 s
  • 1/500 s
  • 1/250 s
  • 1/125 s
  • 1/60 s
  • 1/30 s
  • 1/15 s
  • 1/8 s
  • 1/4 s
  • 1/2 s
  • 1 s
  • B (de bulb) — Que mantém o obturador aberto enquanto o botão disparador estiver pressionado.

Em câmeras automáticas, a velocidade é controlada automaticamente pela máquina, que mede a intensidade da luz no local e ajusta velocidades suficientes para evitar fotos borradas ou tremidas (ajustando também outras variáveis). Já em câmeras manuais, temos total controle sobre a velocidade do obturador, permitindo-nos criar novos efeitos nas fotografias.

Apesar de muito popular no meio fotográfico, o termo velocidade não é correto, pois o obturador, como vimos, trabalha com tempos de exposição, em geral frações de segundos, e isto não está relacionado com rapidez de operação ou de exposição.

Diafragma

18, setembro, 2009 Celow Sem comentários

O diafragma fotográfico é uma estrutura que se encontra no interior de todas as objetivas, e tem o papel de controlar a quantidade de luz que passa através dela. Ele é composto por um conjunto de lâminas finas e justapostas, que se abem e fecham para controlar a quantidade de luz. Para um melhor entendimento, pense como se a objetiva fosse o olho humano e o diafragma fosse a pupila.

diafragma

Então, um outro fator importante  em uma objetiva se refere à abertura de seu diafragma. Esta abertura é medida por números f (f/1.4, f/1.8, f/2, f/2.8, f/4, f/5.6, f/8, f/11….), que possuem natureza inversa (quanto menor o número f, maior será a abertura do diafragma, possibilitando maior incidência de luz, e vice-versa). Cada número maior representa a metade da luz que a abertura anterior permite passar.

Ex:  f/8 deixa passar a metade da luz de f/5.6 (um ponto abaixo), e o dobro de f/11 (um ponto acima).

Ao se comprar uma nova lente, é muito importante prestar atenção à abertura máxima, que corresponde ao número f exibido normalmente na parte frontal da objetiva. Em lentes zoom, você verá dois números f.

Ex: Em uma lente 18-55mm com a abertura indicada de “1:3.5-5.6″, o 3.5 corresponderá à maior abertura possível quando a lente estiver com 18mm, enquanto o 5.6 corresponderá à maior abertura quando a lente estiver com 55mm, havendo aberturas medianas nas outras distâncias focais entre 18 e 55mm.

Os diferentes valores de abertura do diafragma também geram diferentes efeitos de profundidade de campo, e consequente aparência de foco.

Diafragmas mais fechados tendem a proporcionar maior “foco”, enquanto diafragmas mais abertos tendem a fazer o oposto, tendo em vista que ele aumenta ou diminui a profundidade de campo.

Escalas de aberturas

A atual escala de abertura utilizada é obtida através da fórmula:

formula-diafragma

Onde:

  • f é o valor do diafragma obtido
  • DF é a distância focal
  • A é o diametro da abertura, em milímetros

Conhecendo as câmeras e lentes – Parte II

8, setembro, 2009 Celow Sem comentários

A lente (objetiva) é uma das partes mais importantes da câmara fotográfica. É um dispositivo óptico composto por um conjunto de lentes utilizado no processo de focalização ou ajuste do foco da cena a ser fotografada. A lente é responsável pela angulação do enquadramento e pela qualidade óptica da imagem.

As lentes das câmaras fotográficas podem ser divididas em 7 grupos que são caracterizados essencialmente pela distância focal de que são capazes. Esse número pode variar normalmente entre os 35mm e 200mm. A distância focal resulta da medida em milímetros entre o pano do filme e o ponto onde a imagem é invertida depois de entrar na câmara escura.

Segue de seguida as denominações pelas quais são normalmente conhecidas as lentes para câmaras fotográficas. Cada grupo refere as suas características relativamente à sua aplicação; distorção causada na imagem final e dimensão relativa da imagem final.

Distância Focal
(equivalente a 35mm)

Lente

Menos de 21 mm

Super grande angular

21 mm – 35 mm

Grande angular

35 mm – 70 mm

Normal

70 mm – 135 mm

Teleobjetiva

135 mm – 300 mm

Super teleobjetiva

Lente micro

  • Aplicação: Estas lentes são especialmente indicadas para fotografias de temas muitos pequenos, os quais são ampliados pelas lentes.
  • Distorção: Por apresentar profundidade de campo muito reduzida, a perspectiva da fotografia é perdida na desfocagem.
  • Imagem: Maior que o objeto fotografado.

Lente macro

  • Aplicação: Estas lentes são indicadas para fotografias de temas de pequena dimensão onde é necessário um grande detalhe. Pode focar objetos a pequenas distâncias, e assim proporciona ao fotógrafo a possibilidade de fotografar detalhes minúsculos de objetos, pequenos insetos, plantas ou micro organismos.
  • Distorção: Apresenta profundidade de campo muito reduzida e distorções.
  • Imagem: Um pouco maior ou menor que o objeto fotografado.

Lente olho de peixe

  • Aplicação: Estas lentes são indicadas para situações onde é necessário capturar uma grande área do espaço ou ambiente. Com características de uma grande angular mais poderosa, é capaz de abarcar um ângulo até 180 graus.
  • Distorção: Provoca grandes distorções na imagem.
  • Imagem: Menor que o objeto fotografado.

Lente grande angular

  • Aplicação: Estas lentes são mais apropriadas para fotos de paisagens ou em ocasiões em que se tem pouca distância para fotografar em recintos pequenos, como por exemplo salas em que precisamos enquadrar o máximo de área possível. Uma outra característica destas lentes é proporcionar grandes profundidades de campo, desde pequenas distâncias até ao infinito.
  • Distorção: Apresenta distorção da imagem.
  • Imagem: Menor que o objeto fotografado.

Lente normal

  • Aplicação: Estas lentes produzem uma imagem com perspectiva que se aproxima da visão normal, em que a proporção dos assuntos enquadrados não sofre ampliação nem redução perceptível.
  • Distorção: Semelhante à do olho humano.
  • Imagem: Menor que o objeto fotografado.

Lente teleobjetiva

  • Aplicação: Estas lentes de grandes distâncias focais são apropriadas para fotografar a longa distância.
  • Distorção: Quanto maior é a distância focal, maior é a desvalorização da perspectiva e o achatamento da imagem.
  • Imagem: Menor que o objeto fotografado.

Lente zoom

  • Aplicação Este tipo de lentes não é mais do que uma lente que permite variar a distância focal, e por consequência, variam o campo abrangido e o tamanho da imagem. Devido à sua versatilidade e conveniência, as objetivas zoom são talvez as mais populares de todas. Como uma lente zoom tem uma distância focal variável de maneira contínua, ela pode substituir todas as lentes fixas compreendidas entre as suas distâncias focais máxima e mínima.
  • Distorção: Depende da distância focal.
  • Imagem: Depende da distância focal.

Conhecendo as câmeras e lentes – Parte I

8, setembro, 2009 Celow Sem comentários

Atualmente, há no mercado diversos tipos de câmeras, com preços, funções e aplicações bem variados. Conheça os principais tipos.

Celular

As câmeras embutidas nos celulares mais avançados têm uma tecnologia similar à das câmeras ultracompactas. A geração antiga, com resolução VGA (de meio megapixel), utilizava a tecnologia mais simples das webcams. A geração atual chega a 5 mp com uma lente fixa equivalente a 35 mm.

Ultra-compacta

Câmera de bolso superfina. Devido à forte miniaturização, é um tipo de câmera bem mais caro que as compactas normais. Tem zoom de 3x e varia de 8 a 10 megapixels. Os modelos da série T da Sony contam com um esperto espelho que permite colocar o mecanismo da lente e o sensor na vertical. Uma porta de correr na face frontal (aparentemente inspirada em modelos de filme da Olympus) encobre a lente quando fora de uso e também serve como a chave liga/desliga. Exemplos: Sony Cyber-Shot DSC-T300, Canon PowerShot SD950, Casio Exilim EX-S10, Pentax Optio S12 e Nikon Coolpix S700.

Compacta

Originalmente, referia-se a uma câmera de filme de dimensões razoavelmente grandes. Hoje, a compacta digital é do tamanho de um maço de cigarros. A maioria das câmeras à venda em lojas de eletrônicos de consumo são dessa categoria, pois representa a melhor relação melhor custo/benefício. Apesar das limitações técnicas, como a ausência de quaisquer modos manuais para personalizar a captura, é a mais simples de usar e a primeira opção dos fotógrafos iniciantes, casuais e amadores. Todas as marcas populares oferecem diversas câmeras desse tipo. O zoom vai de 3x a 5x e o tamanho da imagem varia entre 8 e 12 megapixels.

Bridge (ponte)

Uma câmera avançada que faz a “ponte” entre as compactas amadoras e as profissionais. Tem a operação básica igual à das compactas, porém0 é acrescida de inúmeros recursos avançados que são característicos das SLRs, como opções manuais de exposição e foco e saída de imagem em RAW. Outros recursos comuns são o zoom muito mais potente, encaixe para diversos acessórios na objetiva e uma caixa estanque opcional para uso embaixo d’água. Exemplo de modelo popular é a Canon PowerShot G9, com uma tela LCD grande, zoom de 6x e uma sapata para flash externo. Outro exemplo: Nikon Coolpix P5100.

SLR ou reflex

Principal tipo de câmera utilizada profissionalmente, também adotada pelos amadores avançados. Nela, a imagem que se vê no visor óptico (chamado de viewfinder ou ocular) é a mesma que atravessa a lente, desviada internamente por um prisma e um espelho que só é levantado de sua posição normal na hora do clique para permitir a passagem da luz até o sensor (ou filme). A SLR se caracteriza, também, pelas lentes removíveis e intercambiáveis. O visual das SLR é inconfundível, pois quase todas têm uma “corcova” no meio do corpo. Cada uma das principais marcas de câmeras oferece SLRs e uma linha de objetivas que só encaixam em suas próprias câmeras, sendo incompatíveis com as da concorrência. Assim, escolher uma marca de SLR implica na escolha de uma gama fechada de objetivas. A média de resolução atual das básicas e avançadas é de dez megapixels. As profissionais ultrapassam os 20 megapixels. Exemplos de SLRs de entrada: Canon EOS Rebel XTi e XSi, Sony Alpha 350, Nikon D40 e D60. Exemplos de SLRs avançadas: Canon EOS 40D, Olympus E-3, Pentax K20D e Nikon D300. Exemplos de SLRs profissionais: Nikon D3 e Canon EOS-1Ds Mark III.

Médio formato

Câmera profissional com qualidade de topo e elevadíssimo custo, equipada com um sensor digital grande (mas não exatamente igual em dimensões aos filmes de médio formato). As fotos que produz são extremamente nítidas e seu principal emprego é em fotografia de paisagens e ensaios de moda. A empresa sueca Hasselblad está lançando um modelo de 50 megapixels.

A Primeira Fotografia Colorida

8, setembro, 2009 Celow Sem comentários

primeira_foto_colorida

Esta fotografia, paisagem da cidade de Angulema-França Meridional, é considerada a primeira fotografia colorida do mundo. Foi tirada no ano de 1872. O fotógrafo era Louis Ducos dü Hauron que propôs o método, conhecido como “subtrativo”, somente aperfeiçoado em 1930 para o uso comercial.
ducos_du_hauronLouis Arthur Ducos dü Hauron (8 de dezembro 1837, Langon – 31 de agosto 1920, Agen) foi um francês pioneiro na fotografia colorida, além de ser criador dos princípios fundamentais da cinematografia atual, ao lado de Henry – Desiré Du Mont. Nos anos que se seguiram ao seu não publicado artigo de 1862, Louis se dedicou a criação de maneiras e práticas de gravação das imagens coloridas utilizando cores aditivas (vermelho, verde e azul) e subtrativas ( ciano, magenta,amarelo ). Em 1868 ele patenteou alguns de seus métodos e no ano seguinte escreveu Les Couleurs en Photographie. Um de seus primeiros trabalhos com fotografias coloridas foi Landscape of Southern France, tirada através do método subtrativo em 1877.

História da Fotografia no Brasil

7, setembro, 2009 Celow Sem comentários
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Um dos pioneiros da Fotografia no Brasil foi o pintor e naturalista francês radicado no Brasil, Antoine Hercules Romuald Florence

Século XIX – Um dos pioneiros da Fotografia no Brasil foi o pintor e naturalista francês radicado no Brasil, Antoine Hercules Romuald Florence. Florence, que chegou ao Brasil em 1824, estabeleceu-se em Campinas, onde realizou uma série de invenções e experimentos. No ano de 1833 Florence fotografou através da câmera escura com uma chapa de vidro e usou papel sensibilizado para a impressão por contato. Ainda que totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos europeus, Niépce e Daguerre, obteve o resultado fotográfico, que chamou pela primeira vez de Photografie Pela descoberta de Florence, o Brasil é considerado um dos pioneiros na Fotografia.
A figura acima vem de um diploma da maçonaria que ele confecçionou. Ele ensinava a fazer isto, e é nos seus manuscritos onde aparece pela primeira vez a palavra “photographie”. O livro “Hércules Florence: 1833, a descoberta isolada da fotografia no Brasil” de Boris Kossoy, ed. Duas Cidades, São Paulo-1980, é referência obrigatória. A ilustração acima foi obtida dele.

Quando falamos do início da fotografia no Brasil, não podemos nos esquecer do Imperador Dom Pedro II, que foi um fotógrafo apaixonado. O abade Louis Compte em 16 de janeiro de 1840 quando aportou no Rio de Janeiro fez uma demonstração à Dom Pedro II da daguerrotipia (fonte: Jornal do Commercio, de 17 de janeiro de 1840, Rio de Janeiro). D. Pedro II, possivelmente tenha se tornado o primeiro fotógrafo com menos de 15 anos do Brasil, quando no mesmo ano de 1840 adquiriu um daguerreótipo, em Paris.
Augustus Morand , fotógrafo norte-americano (1815-1862), fez as primeiras fotos da família imperial do Brasil, isso ainda em 1840.

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